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terça-feira, 2 de abril de 2013

EDITORA: INTRÍSECA

  Londres,1960. Após um acidente, Jennifer Stirling acorda em um hospital e sua memória está completamente apagada. Não consegue se lembrar dos amigos e do marido, com quem está casada há quatro anos.
 Ao sair do hospital e retornar para sua imensa casa, mesmo com uma vida luxuosa, com muitas roupas e joiás, Jennifer sente que algo além da memória está faltando e passa a se esforçar para recuperar suas lembranças.
  Nesse momento, ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas por "B", e percebe que além de estar vivendo um relacionamento fora do casamento, também estava apaixonada e disposta a fugir com seu amor.
 Quarenta anos depois, a jornalista Ellie Haworth, descobre uma dessas cartas nos arquivos do jornal em que trabalha. Ellie tem um relacionamento com um homem casado, e por essa razão se identifica com as cartas, tornando-se obsecada por elas. Para ela é muito importante descobrir se o casal conseguiu ficar junto.


 O livro é narrado na terceira pessoa, e o modo de escrever da autora, permite que você tenha uma ideia do ponto de vista de praticamente todos os personagens, diante das situações apresentadas.
 Sou uma pessoas totalmente contra o adultério e apoio a causa: "Peça o divórcio, não traia!" Mas de certa forma, consegui compreender a situações de Jennifer e o porquê dela ter se apaixonado por outro homem, não posso dizer o mesmo de Ellie (aos meus olhos, o relacionamento dela não convence, e ela se mostrou muito chatinha). Esse livro é lindo e os personagens me surpreendiam o tempo todo. Quando eu pensava que uma coisa estava acontecendo, algo diferente aparecia. O final é a coisa mais linda, se fosse de outro jeito não teria graça. Amei, amei e amei esse livro.
 Para finalizar, sabe aquela frase de Vinícius de Moraes: " A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida ", pois é, essa frase esteve na minha cabeça em muitas partes desse livro. Quem ler vai me entender. E talvez, também pensem, que o celular em 1960 teria resolvido muitos problemas hahaha.



Trechinho que mais gosto de uma das cartas:
"Goste dele, se precisar, meu amor, mas não o ame. Por favor não o ame. Egoisticamente seu,
B."



Um super beijo!

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