You can replace this text by going to "Layout" and then "Page Elements" section. Edit " About "
Categories
- Resenhas (2)
Tecnologia do Blogger.
About me
- Unknown
Followers
A Última Carta de Amor (Jojo Moyes)
Editora: Intríseca
Londres,1960. Após
um acidente, Jennifer Stirling acorda em um hospital e sua memória está
completamente apagada. Não consegue se lembrar dos amigos e do marido, com quem
está casada há quatro anos.
Ao sair do hospital e
retornar para sua imensa casa, mesmo com uma vida luxuosa, com muitas roupas e
joiás, Jennifer sente que algo além da memória está faltando e passa a se
esforçar para recuperar suas lembranças.
Nesse momento, ela
descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas
por "B", e percebe que além de estar vivendo um relacionamento fora
do casamento, também estava apaixonada e disposta a fugir com seu amor.
Quarenta anos depois,
a jornalista Ellie Haworth, descobre uma dessas cartas nos arquivos do jornal
em que trabalha. Ellie tem um relacionamento com um homem casado, e por essa
razão se identifica com as cartas, tornando-se obsecada por elas. Para ela é
muito importante descobrir se o casal conseguiu ficar junto.
O livro é narrado na
terceira pessoa, e o modo de escrever da autora, permite que você tenha uma
ideia do ponto de vista de praticamente todos os personagens, diante das
situações apresentadas.
Sou uma pessoas
totalmente contra o adultério e apoio a causa: "Peça o divórcio, não
traia!" Mas de certa forma, consegui compreender a situações de Jennifer e
o porquê dela ter se apaixonado por outro homem, não posso dizer o mesmo de
Ellie (aos meus olhos, o relacionamento dela não convence, e ela se mostrou
muito chatinha).
Esse livro é lindo e
os personagens me surpreendiam o tempo todo. Quando eu pensava que uma coisa
estava acontecendo, algo diferente aparecia. O final é a coisa mais linda, se
fosse de outro jeito não teria graça. Amei, amei e amei esse livro.
Para finalizar, sabe
aquela frase de Vinícius de Moraes: " A vida é a arte do encontro, embora
haja tantos desencontros pela vida ", pois é, essa frase esteve na minha
cabeça em muitas partes desse livro. Quem ler vai me entender. E talvez, também
pensem, que o celular em 1960 teria resolvido muitos problemas hahaha.
Trechinho que mais gosto de uma das cartas:
"Goste dele, se precisar, meu amor, mas não o ame. Por
favor não o ame. Egoisticamente seu,
B."
Um super beijo!
Assinar:
Comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário